domingo, 18 de junho de 2017

COMO É DIFÍCIL

Como é difícil crer nas evidências!
Elas me dizem que você só me usou,
E que comigo não se importa.
Queria poder ver além das aparências,
Para poder entender o que mudou,
E porque tanto abandono como resposta.

Como é difícil conhecer suas ações,
Mas não saber os equívocos que cometi!
Será que foram puras suas intenções?
Se foram,  por que partir, então?
Em que momento da história me perdi?

Mais difícil que não ter você aqui,
É não saber o que fez com que déssemos errado.
Se as interrogações ainda estão em mim,]
Como colocar a nossa história no passado?

Como crer que o que te moveu foi a vingança,
Se te vejo como um homem de Deus?
Como crer que aquele que não deseja a aliança,
É o mesmo que em Cristo põe sua confiança,
E almeja estar com Cristo no céu?

Queria tanto que Jesus me respondesse!
Especialmente se o erro fosse meu.
Queria tanto que a verdade aparecesse!
Para que todo engano desaparecesse,
E Deus mais uma vez mostrasse que Ele é Deus.

Mesmo que você não voltasse,
Eu teria paz para prosseguir.
Não haveria dor que o tempo não curasse.
E as interrogações chegariam ao fim.

Porque de uma coisa estou certa, meu amor,
Mesmo que esteja sendo difícil conviver com a dor,
Eu vou viver tudo que o Senhor preparou,
Porque não creio na história que Satanás contou,
Creio na que Deus já escreveu para mim.

sábado, 13 de junho de 2015

NOSSOS ALICERCES, NOSSA POLÍTICA, NOSSA VIDA

Mateus 7:24- 28 “24 Todo aquele, pois, que escuta estas minhas palavras, e as pratica, assemelhá-lo-ei ao homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha; 25 E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e não caiu, porque estava edificada sobre a rocha. 26 E aquele que ouve estas minhas palavras, e não as cumpre, compará-lo-ei ao homem insensato, que edificou a sua casa sobre a areia; 27 E desceu a chuva, e correram rios, e assopraram ventos, e combateram aquela casa, e caiu, e foi grande a sua queda. 28 E aconteceu que, concluindo Jesus este discurso, a multidão se admirou da sua doutrina;” Amados, hoje, assistindo a um debate do Jô com a nossa Presidente Dilma, fiquei pensando na qualidade dos nossos alicerces, enquanto nação, enquanto pessoas que contribuem para o crescimento do país, e enquanto Cristãos, povo que se chama pelo nome do Senhor, que deve contribuir para o crescimento do Reino de Deus, do qual fazemos parte. Ouvi a Presidente dizer que não podemos dizer que durante o seu Governo, nada foi feito. Até concordo, de certa forma. Entretanto, fiquei pensando: O problema é que tudo que fizemos está se perdendo. O sentimento que tenho é de que estamos desconstruindo em messes o que levamos anos, décadas para construir. E sem querer apontar culpados, pois os resultados estão aí a olhos vistos para todos quantos têm olhos verem, e também porque de acusadores o mundo já está cheio, quero falar um pouquinho sobre estas construções. Lembrei-me, então, deste texto da Palavra de Deus, que nos remete a um detalhe pouco valorizado nos nossos dias: a qualidade dos nossos alicerces. Deus passou um fim de semana inteiro falando comigo sobre eles, e agora Ele traz de volta este tema, tão grande é a necessidade de, a começar por mim, prestarmos mais atenção não apenas quanto ao que estamos construindo, mas também a como e mais, sobre que base, estamos construindo. Afinal, a vontade do nosso Deus é que cresçamos, que alarguemos nossas tendas, mas que façamos isto de forma que seja duradoura e sustentável para a glória do nome de Deus e para que a nossa alegria, como Jesus dizia no Evangelho de João, seja completa. Em assim sendo, passo agora a mostrar as lições que Deus me deu neste texto: 1. A importância que dedicamos aos nossos alicerces define a durabilidade e a sustentabilidade dos nossos projetos. Quantos não passaram pelo sonho de ter seu apartamento comprado que, poucos anos depois, foi trocado pela desilusão de vê-lo ruindo por causa de alicerces frágeis? E por que isto aconteceu? Porque a construtora, assim como os futuros moradores, queria ver a obra pronta, mas não se preocupou com a qualidade dos alicerces desta construção. Afinal, isso nem é visto! Quem vai se perguntar se o prédio comporta com seu peso e com o peso de seus móveis, em se tratando de um prédio rescém-construido? É besteira! Este é o pensamento da maioria das pessoas. Mas aqui Jesus nos alerta para o perigo de vermos tudo desmoronar porque não construímos em lugar apropriado e seguro. Este não tem sido nosso erro enquanto nação? São apenas quatro anos de Governo, que podem ou não serem renovados. Portanto, é preciso mostrar resultados práticos e rápidos no primeiro governo, da mesma forma que pode-se deixar de mão muito do que se fez no segundo e relaxar, porque quatro anos passam rápido e não há mais nada que se possa fazer. O resultado é que os resultados não tem tempo de se tornarem estáveis, e as perdas são rápidas de mais quando os detalhes não são vistos, pois é mais fácil cair que continuar de pé. Não é este também o nosso erro enquanto pessoas? No nosso trabalho, nas nossas relações pessoais, queremos mostrar resultados rápidos no início, esquecendo que a essência é o que realmente fica, esquecendo que o que é aparente sempre dá espaço ao que é real. E quando isso acontecer, o que vamos encontrar? Sonhos firmados, ou frustrações? Promoção no emprego, ou demissão por não sermos exatamente como queríamos que nosso patrão nos visse? Empresas solidificadas, ou falidas? Não é este nosso erro como povo de Deus? Apostamos alto que veremos as nossas promessas cumpridas, mas pouco na comunhão com Deus que nos faz suportar o dia mau. Queremos ir ao culto da vitória, e esquecemos da oração de humilde rendição a Deus e aos seus propósitos. Queremos sempre que o Deus da ressurreição venha ao nosso encontro, mas valorizamos pouco a vida que temos e a vida de quem dizemos amar, e quando a caminhada aqui finda, ficamos chateados com Deus por não fazer o que achamos justo. Não dá para fugirmos desta regra: Ou escolhemos construir num lugar seguro, ou apostamos alto nos alicerces, ou a queda será inevitável. 2. O parâmetro pelo qual devemos medir a qualidade dos nossos alicerces é a o crédito que damos à Palavra de Deus. Há uma lista enorme de motivos porque devemos colocar Deus e a sua Palavra como parâmetro. Alguns deles são: A premissa de que somos criação sua, o fato de que embora muitos tentem negar, a Palavra de Deus, Escrita a tantos séculos atrás, continua atualíssima, com respostas que até hoje produzem vida a nossa vida, o fato de que embora a Igreja seja composta de pessoas imperfeitas, ela prega a Palavra do Deus que é perfeito, e é esta Palavra que merece crédito, e a lista continua. Mas hoje o que vemos é uma sociedade que não se importa em conhecer a palavra de Deus. Afinal isto demanda tempo e renúncia, e aí é bem mais fácil escolher um estilo de vida qualquer dentre os muitos disponíveis e colocar qualquer outra coisa no lugar. Mas não conhecer não é tuto. Hoje a nossa sociedade zomba dos valores de Deus, das coisas de Deus e do próprio Deus. E se é tão ruim assim viver em conformidade com a Palavra, o que vamos colocar no lugar então? Esse é o problema! Ninguém sabe! E aí cada um coloca o que quiser e tudo bem, porque hoje tudo é relativizado. Mas, perdão pela sinceridade, não está dando certo. Imagina se todos resolvessem que a viga do seu prédio tivesse ferro, mas também alumínio, plástico, borracha, papel, e tudo bem. Adivinhem \qual seria o resultado! E porque com a nossa vida e a nossa sociedade tem que ser assim, qualquer coisa dirige a nossa vida? Jesus diz claramente: “Aquele que ouve as minhas palavras e as pratica...’ e depois “Aquele que ouve as minhas palavras e não a pratica...” É a Palavra de Deus e a nossa atenção a ela que nos ajuda a sabermos aonde temos construído nossa vida, e qual será o resultado final. Ainda dá tempo de construirmos em alicerce seguro. 3. A qualidade da nossa construção demonstra também a qualidade do nosso caráter. Se observarmos com atenção, o tipo de vida que construímos mostra muito mais do que aquilo que queremos para nós, mas também mostra a nossa disposição, a nossa perseverança ou a falta dela, a nossa omissão ou o nosso comprometimento, ou seja, mostra também o nosso caráter. Há dois grupos nesta parábula que Jesus usa: os sensatos e os nsensatos; os que medem as conseqüências do que fazem e os que não medem; os que investem tempo de qualidade, e os que são meramente pragmáticos. Hoje temos construído no solo da corrupção, do tira daqui e bota ali,do não posso levar o prejuízo nunca e o outro que se quebre, do me importar só comigo, da valorização das coisas em detrimento das pessoas, da valorização do sexo em detrimento do outro, dos relacionamentos, do amor. Depois, certamente veremos a verdade aparecendo, os crimes sendo descobertos,as relações se desgastando e as pessoas vivendo como mortos emocionais, o que mais? Hoje somos considerados pelas outras nações como um país do jeitinho brasileiro (desonestos), do sexo livre (promíscuos), o país dos amantes do futibol e do carnaval enquanto o país enfrenta a crise (irresponsáveis), etc. Não dá mais para acharmos que ninguém saberá quem realmente somos, se nos conformamos em sermos assim e não buscamos novos alicerces. 4. A tempestade sempre vem a todas as construções, pois é ela a quem põe à prova a sustentabilidade de cada uma. A bíblia diz que a chuva e o sol vem sobre todos, bons e maus, justos e injustos. Assim também, as tempestades da vida vem sobre todos, e ninguém pode escapar. O importante nisto tudo é saber que elas funcionam como uma espécie de termômetro, porque é quando elas vem que sabemos se o que temos é verdadeiro ou não, é forte ou não, resiste ou quebra. A crise é mundial. Há muito que não está sob o controle de ninguém em específico, mas como temos construído nos dirá se permaneceremos vivos. Se a nossa sociedade fosse construída no solo da transparência e do bom uso do dinheiro público, não teríamos que sofrer ajustes tão violentos; se a nossa sociedade fosse construída no solo do uso consciente dos recursos ambientais, não estaríamos na eminência de ficarmos sem água e não teríamos um ar tão poluído, uma natureza tão devastada. Se construíssemos no solo do respeito, não seriam necessárias leis específicas para mulheres, idosos, deficientes, etc. Mas onde temos construído? Vamos contruir em Deus, e poderemos descansar no fato de que as tempestades não deixarão de vir, mas não nos matarão, porque a nossa casa continuará de pé. 5. Quando os resultados aparentes são priorizados em detrimento do alicerce essencial, a nossa construção fica comprometida. Quantas vezes precisamos do resultado para ontem, e por isso precisamos construir rápido, não importa se com um material inferior. Ouvi uma frase que marcou o meu coração para sempre, dita pelo Pastor Nelson Monteiro, um dos meus Professores do Seminário: “Não deixe que o que é urgente ocupe o lugar do que é importante.” É urgente vivermos a vida? Talvez. Mas é importante vivermos bem, porque só temos esta. Nosso coração grita por justiça? Sim, mas do Senhor vem a vingança. A nós, Ele ensina o perdão e nos dá meios legais para que a busquemos, quando necessário. Nosso coração clama por amor? Natural, mas não é pisando no coração de outros que conseguiremos isto, nem tão pouco desvalorizando nossos corpos e sentimentos. Além disso, somos amados pela pessoa mais importante do mundo, Deus. 6. O que construímos tem conseqüências eternas para nós e para muitos. Quando temos um mau governo, todos pagamos a conta, uns porque lideram mal e outros porque escolheram mal. Quando temos relacionamentos mal ajustados, todos sofremos. Então, aquela idéia de que a minha vida só diz respeito a mim, definitivamente é uma desculpa para não pensar na conseqüência dos nossos atos na vida de outros. Elas existem sim, e podem ser eternas, da mesma forma que as decisões tomadas pelo governo podem afetar a história de um país para sempre. A renúncia, o reconhecimento do erro, o arrependimento, o amor sacrificial, nada disso parece bom u fácil à princípio. Mas construir nestes solos é garantir alicerces seguros para uma vida feliz no futuro. Que o Senhor nos ajude nesta construção e nos abençoe.

sexta-feira, 5 de junho de 2015

COMANDOS BÁSICOS PARA USAR UM LEITOR DE TELAS NO DESKTOP

Amados, a pedido de alguns alunos, começarei a postar aqui alguns assuntos relacionados também à Tecnologia Assistiva, objetivando facilitar o acesso às informações que dou nas minhas aulas, e que muitas vezes, são esquecidas pelos alunos que poderão, a partir de agora, pelo menos receber ajuda dos familiares e amigos que podem ler os tutoriais e relembrar os conteúdos. Segue abaixo o tutorial. COMANDOS BÁSICOS PARA USAR UM LEITOR DE TELAS NO DESKTOP Todo leitor de telas tem certos comandos específicos. Entretanto, há alguns comandos que são gerais para todos os leitores que possibilitam o uso do computador de maneira que o deficiente visual o utilize da mesma forma, dispondo dos mesmos programas que uma pessoa vidente dispõe. Alguns exemplos desses leitores são O Jaws e o NVDA. Aqui disponibilizaremos alguns destes comandos gerais, com o objetivo de dar pelo menos as primeiras opções para um uso eficiente dos leitores e, consequentemente, do computador. Obs: Teremos como base o leitor de telas NVDA para demonstração, e o ambiente Windows, mais especificamente o Windows 7. 1. Como acionar o leitor de telas: Geralmente, todo leitor de telas deixa um ícone na área de trabalho, o qual podemos clicar com o mouse. Entretanto, há também a tecla control+alt.+G, que fica a direita da barra de espaços, e que se pressionada juntamente com a primeira letra do leitor, o aciona. Ex: Para chamar o NVDA, pressionamos Control+Alt.+G+ N. 2. Para encerrar o programa: Geralmente, a tecla Insert, também chamada de Ins, serve de tecla de configuração dos leitores, de maneira que se você tecla esta tecla mais a primeira letra do leitor, você tem acesso aos menus de configuração do leitor, dentre as quais está à opção de desligar ou fechar o programa. Ex: Para encerrar o NVDA, pressionamos Ins+N, e vamos com seta para cima ou para baixo até sair e pressionamos enter. Geralmente, é exibida uma mensagem perguntando se você confirma que quer sair. Você pressiona ok, que pode ser selecionado com as setas e depois com enter para confirmar. No caso do NVDA, temos um atalho para a saída com as teclas Ins+Q. 3. Para abrir o Desc top: Precione a tecla Windows, ou menu iniciar mais a letra D. Você poderá ver todos ícones dos programas disponíveis do desc top, bem como os arquivos salvos lá. Depois de encontrá-los com a seta direcional (direita, esquerda, cima, baixo), você pode teclar enter e o ícone ou arquivo abrirá. 4. Para abrir meu computador: Precione a tecla Windows e a letra E, e você terá acesso aos discos presentes no meu computador, tais como disco C, unidade de CD/DVD, Pendrives ou outros dispositivos móveis conectados no computador. Encontre-os com a seta direcional e dê enter. Serão exibidos os arquivos e pastas contidos nos discos rígidos ou móveis, que deverão ser igualmente selecionados com a seta direcional e posteriormente abertos com enter. 5. Para encontrar pastas como documentos, músicas, imagens, etc: Precione a tecla Windows, e posteriomente o TAB. Você ouvirá o nome do computador ou do usuário que está usando o computador. Tecle enter. Ali estarão todas as pastas: documentos, downloads, imagens, músicas, links, vídeos, etc, as quais você pode usar para organizar seus arquivos pessoais. 6. Para ler arquivos de texto: Quando você seleciona um texto em alguma pasta, usando alguma das formas supra citadas, e dá um enter para abrir, você poderá lê-lo de diversas formas: A primeira delas é com as setas direcionais, que poderão ler uma linha abaixo, acima, e poderão servir para você editar ou mesmo soletrar alguma palavra desejada que se encontra no meio da linha. Caso você queira ler uma palavra por vez, sem soletrar as letras da palavra, tecle Control+seta para a direita ou para a esquerda. Outra forma de leitura, para ler textos inteiros sem interrupção, é precionar a tecla Ins+seta para baixo. O leitor começará a leitura do ponto em que está o cursor ou a seta, e continuará até o fim do texto. Caso você necessite pular algum conteúdo com fins de adiantar a leitura, há alguns comandos: Home para ir para o início da linha; End para ir para o fim da linha; Pagedown para pular em média um parágrafo para baixo; Pageup para voltar em média um parágrafo; Control+pagedown para passar uma página; control+pageup para voltar uma página; Control+home para ir para o início do texto; Control+end para ir para o fim do texto. 7. Como salvar um documento no Microsoft Word: Abra um novo documento no Word. Você pode criar um atalho para a área de trabalho e econtrá-lo lá, sempre que precisar. Escreva o que quiser no documento, e lembre-se que geralmente ele tentará salvar o documento tendo como proposta o que está escrito na primeira linha. Quando quiser salvar, precione control+B, e aparecerá uma caixinha de diálogo, na qual você pode caminhar especialmente com tab, com exceção de algumas pastas. A dieferença primordial no uso do tab e das setas em alguns programas como o Word, é que o tab mostra os tópicos, e as setas te proporcionam as opções inclusas no tópico que está evidência. 8. Como acessar sites da internet: Você pode acessar sites de maneira prática e rápida, bastando combinar as teclas Windows+R para abrir o menu executar, onde você escreverá o endereço do site. Ex: WWW.google.com Em seguida, é só dar enter e o site abrirá, caso você já esteja conectado a internet. 9. Navegando por sites da internet: Você tem algumas opções de navegação. A primeira delas, mais uma vez, é o uso das setas direcionais, onde você poderá ver todo o conteúdo do site, quer sejam links, quer sejam textos. A segunda opção é o TAB, que permite uma navegação mais rápida por falar apenas os links disponíveis. Caso você já tenha um conhecimento prévio do site, pode também se valer do Pageup, ou Pagedown, que pulam parte do conteúdo, mais para cima ou para baixo, respectivamente. Espero que tenham gostado, e estou à disposição para tirar possíveis dúvidas. É só deixar um comentário aqui, ok?

domingo, 19 de abril de 2015

PARA ME SENTIR AMADA


Hoje me peguei pensando na vida, e tive vontade, como tive muitas vezes, de escrever sobre o que estou sentindo. Mas se expor, dizer que está doendo, nem sempre é uma coisa fácil, especialmente no mundo virtual. Sempre evitei este tipo de atitude, quando o assunto era o meu coração. Preferia, costumeiramente, a exposição discreta que as minhas músicas e poesias me proporcionam. É mais fácil não ter que explicar porque compus.
Mas hoje pensei: por que não? Sou humana, normal, me apaixono, sinto saudade, como todo mundo! E também, quem sabe a minha dor não se pareça com a dor de alguém e, com a mesma consolação com que fui consolada, possa consolar também? Não é isso que aprendemos com o Apóstolo Paulo (2 Co. 1:4)? Pois é. Por estes motivos, resolvi tomar coragem e escrever.
Todos temos muitos sonhos, alguns maiores, outros menores; alguns que podemos realizar praticamente sozinhos, e outros que não conseguimos realizar sem o outro; alguns que, quando não se realizam, nos incomodam muito pouco ou simplesmente são esquecidos, e outros que nos trazem um profundo sentimento de frustração; alguns são conquistados a curto, médio, longo prazo, e outros temos que aprender a permitir que o Senhor os troque por outros melhores para nós. Isto é comum a todos. Entretanto, os nossos sonhos não são iguais, porque somos únicos. Até mesmo quando classificamos os nossos sonhos em categorias como: comprar uma casa, encontrar a pessoa amada, fazer sucesso na carreira, etc, ainda sim, sonhamos com ideais diferentes para cada um destes. A casa ideal para mim, pode não ser ideal para você. A pessoa certa para mim, pode não ser nada parecida com o seu sonho de consumo sentimental. E isso é normal, não é?
 O problema começa quando tentamos e nos frustramos, quando pensamos que finalmente chegou o tempo da realização, e novamente saímos feridos. Nestes momentos, além do sentimento de desânimo, eu pelo menos, costumo fazer as seguintes perguntas: Por que Deu errado desta vez? O que posso fazer? Onde estou errando? O que Deus quer me ensinar com isso? Acho que sinceramente, de todas,  a mais inteligente é esta. Pelo menos é esta que Deus sempre faz questão de responder, embora algumas vezes eu não consiga entender a resposta no tempo em que gostaria.
Você sabe quais são os meus dois maiores sonhos? Sem falsa modéstia, sem hipocrisia, sem máscaras? Cumprir o chamado que Deus me deu, e me sentir amada por alguém com quem eu possa compartilhar a vida. O primeiro depende só de mim, mas o segundo não dá para realizar sozinha. Antes eu achava que este era o sonho de todo mundo: desfrutar do amor de Deus, pleno, perfeito, e amar e ser amado. Hoje, tenho visto um número crescente de pessoas que não dão muita importância a nenhum dos dois, ainda que no caso do primeiro, acredito que sempre ficará um vazio exatamente do tamanho de Deus no coração do homem, quer ele creia nisso, quer não.
Também descobri que quanto maior o sonho, mais difícil de realizar, e maiores são as provas que você passa naquela área específica. E isto tem uma relação direta não só com o tamanho do sonho, mas também com o tamanho do sentimento de frustração, de fracasso que sentimos a cada tentativa mal sucedida.
Tantas vezes projetei fazer grandes coisas para Deus e não deu certo! Tantas vezes pequei em coisas que prometi não mais pecar! Sem contar nas vezes em que investi numa relação, dei o melhor que pude, e sempre me senti rejeitada no final, como se fosse boa o bastante para ser apenas aquela que dá suporte quando necessário, para no fim receber um: “muito obrigado, mas agora não precisa mais”. E estas não são dores do passado para mim. São coisas que me dilaceram, que me fazem sangrar por dentro, muitas e muitas vezes.
Entretanto, duas coisas me fazem recuperar a alegria e a motivação para continuar sonhando: A primeira é saber que Deus me ama e aposta no meu potencial, apesar dos meus defeitos e limitações. Isso me dá um alívio incrível! Porque eu sei que posso continuar tentando melhorar e agradá-lo mais em tudo. A segunda é que o fato de não ter sido amada por quem um dia amei não impede que Deus restaure o meu coração com o seu amor, e me ensine a me amar mais e a valorizar os meus próprios sentimentos, sem ter vontade de cair no extremo do egoísmo, ou pelo menos sem precisar cair na tentação de vestir a capa do egoísmo e da amargura para mascarar a dor da rejeição.
E aí você pode perguntar: Isso é possível? Sim, mas se você permitir que o Senhor te restaure, se você cultivar comunhão com ele. Porque nós, por nós mesmos, apenas reagimos ao que nos aconteceu. Apenas Deus pode refazer o nosso coração de tal maneira que possamos crer que cada história é única, e que Deus pode nos mostrar onde erramos no passado para acertarmos no presente e construirmos um final feliz para nossa história no futuro. Porque afinal, plantar é opcional, mas colher é obrigatório. E do mesmo jeito que isto serve para nos lembrar que colheremos o mal se plantarmos mal, também deve servir para nos encorajar que colheremos o bem se o semearmos.
Hoje, não espero viver um grande amor para me sentir amada. Quero me sentir amada por Deus e mergulhar nesse amor, quero sair com meus amigos e me sentir amada pelos bons amigos que Deus me deu, quero sorrir, quero ver gente, e quero me sentir amada por mim, valorizando os meus sentimentos e o meu papel para o crescimento do Reino de Deus e para tornar a sociedade melhor e mais compreensiva, mais amável. Estou reeditando as minhas expectativas em relação a isto, sem contudo me trancar. Afinal, guardar o coração não significa impedir que novas histórias aconteçam.
Termino com a frase com que o Senhor tem me consolado, e desejo que o seu coração receba do Senhor a mesma consolação, a mesma esperança de que dias melhores virão e a mesma capacidade de ser restaurado e curado. “O fim da luta é uma questão de tempo, mas a vitória é uma questão de fé.”

domingo, 1 de março de 2015

DEUS QUER QUE TENHAMOS UMA HISTÓRIA COM UM FINAL FELIZ


(Eclesiastes 7:1-14).
1. O nome limpo vale mais do que o perfume mais caro; e o dia da morte é melhor do que o dia do nascimento.
2. É melhor ir a uma casa onde há luto do que ir a uma casa onde há festa, pois onde há luto lembramos que um dia também vamos morrer. E os vivos nunca devem esquecer isso.
3. A tristeza é melhor do que o riso; pois a tristeza faz o rosto ficar abatido, mas torna o coração compreensivo.
4. Quem só pensa em se divertir é tolo; quem é sábio pensa também na morte.
5. É melhor ouvir a repreensão de um sábio do que escutar elogios de um tolo.
6. A risada dos tolos é como os estalos de espinhos no fogo — não quer dizer nada.
7. Quando o sábio usa a violência, ele se torna tolo. Quem aceita suborno estraga o seu caráter.
8. O fim de uma coisa vale mais do que o seu começo. A pessoa paciente é melhor do que a orgulhosa.
9. Controle sempre o seu gênio; é tolice alimentar o ódio.
10. Nunca pergunte: “Por que será que antigamente tudo era melhor?” Essa pergunta não é inteligente.
11. Todos neste mundo devem ser sábios. Ter sabedoria é tão bom como receber uma herança.
12. A sabedoria é melhor do que o dinheiro. A vantagem da sabedoria é que ela conserva a vida da gente.
13. Pense no que Deus faz. Quem pode endireitar o que ele fez torto?
14. Quando as coisas correrem bem, fique contente; quando as dificuldades chegarem, lembre disto: é Deus quem manda tanto a felicidade como as dificuldades, e a gente nunca sabe o que vai acontecer amanhã.

Todos nós queremos ter sucesso em todos os aspectos de nossas vidas. Todos nós queremos ser mais do que mais um na multidão, queremos ser diferentes e fazer diferença aonde vamos, mas nem todos estamos dispostos a assumir posturas, riscos e responsabilidades que são imprescindíveis para alcançarmos êxito nas nossas pretensões
Neste capítulo, o sábio Rei Salomão dispõe o seu coração para refletir sobre a temporalidade da vida e o legado, bom ou mau, que necessariamente deixamos para os que nos rodeiam. E refletindo, ele passa a nos dar conselhos preciosos, inspirados pelo Espírito Santo, e tudo isso com um único objetivo: mostrar-nos que mais importante que ter um início de história bonito, é ter um final de história feliz; que mais importante do que começar bem é terminar bem, porque como diz o sábio, “o fim das coisas é melhor que o começo”.
Portanto, abramos o nosso coração e o nosso entendimento para o muito que Deus tem para falar conosco sobre o que temos feito da nossa vida. Perguntemos hoje sinceramente a Deus, e ouçamos as suas respostas para o seguinte questionamento:
O que precisamos fazer para que nossa história tenha um final feliz?
1.       Precisamos cultivar uma vida íntegra (Ec. 7:1).
A bíblia começa nos dizendo que o nome limpo é melhor que um bom perfume, porque não há como ter uma história com um final feliz sem cultivar, durante toda vida, uma vida íntegra e respeitosa. A nossa vida, percebamos ou não, aceitemos ou não, exala cheiro de vida ou de morte para os que nos cercam. Daí a comparação do nome limpo com um bom perfume. Não faremos diferença na vida de ninguém se exteriormente usarmos cosméticos caríssimos, que por si só dizem a quem se aproxima de nós que temos uma vida “boa” (porque afinal, é esta a impressão que queremos causar quando usamos tais produtos), mas o nosso interior exala os mais fétidos odores do orgulho, da intolerância, do egoísmo, do rancor, ou de outros sentimentos semelhantes.
O nosso engano é pensar que o exterior abafa, esconde, disfarça o nosso interior. Da mesma forma que chupar um bombom não resolve o problema do mau hálito, nossa oponência não impede que as pessoas sintam o mau cheiro do nosso caráter.
Esta verdade é corroborada pelo apóstolo Paulo, que afirma que quando temos comunhão com Deus, exalamos o bom perfume de Cristo, e este perfume produz vida para os que crêem e morte para os que não crêem (dois Co. 2:14-16). Isto nos mostra que não apenas exalamos perfumes, mas que o perfume que exalamos afeta a vida dos que nos rodeiam. Vemos, então, e importância de termos uma vida que cheire a vida, a lealdade, a integridade, especialmente quando Salomão nos diz, logo depois disso, que mais importante do que o dia do nascimento é o dia da morte.  
2.       Precisamos lembrar-nos da temporalidade da vida (Ec. 7:2).
Na maior parte do tempo, vivemos como se nunca fôssemos morrer e como se sempre pudéssemos continuar com a força e o vigor que possuímos na juventude. Além disso, também não gostamos da idéia de nos expor ao sofrimento, nem nosso, nem de outros. Vivemos fugindo da dor mais do que um gato foge de água fria. Mas isto não tem nada a ver com a nossa realidade. Fato é que todos nós teremos que passar pelo formão da dor e do sofrimento, em vários momentos de nossas vidas. Por isso Deus nos aconselha a conviver com os que passam por lutos, para sabermos e lembrarmos que um dia também iremos.
E se fôssemos hoje? Como as pessoas lembrariam-se de nós? Sentiriam saudade, ou alívio? Tristeza, ou gratidão a Deus por viver a bênção de não terem mais que conviver conosco? Precisamos encarar a morte como um fato inevitável, para vivermos a vida como um grande espetáculo onde cada sena é importante.
3.       Precisamos entender que muitas vezes Deus permite que soframos para nos dar um coração solidário, e não revoltado (Ec. 7:3, 14).
Aqui reside uma outra verdade preciosíssima! Deus nos moda na dor e no sofrimento, porque só assim desenvolvemos a habilidade da empatia e da solidariedade. Dificilmente que não sofreu se importa com o sofrimento de quem sofre. Redundante? Talvez, mas com certeza poderosamente verdadeiro.
Sempre que sofremos, temos escolhas a fazer. Já ouvi alguém dizer que “mais importante do que o que a vida ou que as pessoas fazem conosco, é o que fazemos com o que foi feito”. Sim! Você pode escolher em meio ao sofrimento! Pode escolher aprender a ser forte, ou a enfraquecer-se; aprender a ser solidário, ou egoísta; a ser resignado e a ver a prova do amor e do cuidado de Deus com sua vida, ou revoltado e descrente das promessas. Aqui Deus quer nos ensinar que um dos objetivos do sofrimento é nos tornar sensíveis com a dor do outro para nos ajudarmos mutuamente, mas a escolha, no final, é sempre nossa.
4.       Ouvir bons conselhos para refletir sobre o legado que estamos deixando (Ec. 7:4-6).
Não há ninguém tão bom que não possa melhorar, nem tão rui que não tenha nada de bom para mostrar. Você já deve ter ouvido frases semelhantes a esta, certamente. Mas parece que quando o assunto somos nós, sempre achamos que podemos decidir sozinho, que as nossas decisões não precisam de tempo, e especialmente que não precisamos gastar tempo refletindo, conhecendo a nós mesmos, porque já temos muito com que nos preocupar. Mero engano.
Quem não conhece a si mesmo, não conhece a realidade em que vive. Quem não ouve conselhos, na melhor das hipóteses não amplia sua visão de mundo. Quem só pensa em se divertir, não se prepara para os tempos difíceis, que pode crer, não demoram a chegar.
5.       Precisamos entender que não há ninguém que sempre esteja certo, e que não somos definidos por uma atitude que tomamos, mas pelo conjunto de atitudes (Ec. 7:7).
Quando a Palavra de Deus nos diz que um sábio pode tornar-se tolo quando usa de violência, que o suborno pode corromper o bom caráter, encontramos a verdade de que ninguém está sempre certo e de que, caso não tenhamos firmeza, podemos sim, ser corrompidos e nos tornar pessoas piores, ao invés de melhores. Entretanto, exatamente por estarmos expostos aos erros, precisamos lembrar que não somos e que os outros não são definidos apenas por uma atitude isolada, mas pelo conjunto delas. ´
É fácil esquecermos, sempre que somos feridos por alguém, de todo bem que esta pessoa já nos fez. É fácil trocarmos uma vida inteira de gentileza por um momento de insensibilidade. Difícil é fazer o mais excelente: permitir que a porta do perdão e da graça esteja aberta e avaliar o outro pelo conjunto da obra. Mas não é isso que esperamos de Deus sempre que oramos? É isto que Ele também espera de Deus como gratidão pelo perdão concedido por Ele a nós (MT. 6:12, 14-15).
6.       Crer que tudo vai dar certo no final, por isso não precisamos tomar decisões precipitadas ou impensadas (Ec. 7:8-10).
Precisamos urgentemente aprender a crer sempre que o fim das coisas é melhor que seu início. Mesmo quando o fim parece triste, quando você termina uma relação porque descobre que está sendo traído, por exemplo, ainda sim o fim é melhor. Afinal, melhor perder um coração que não nos pertence do que viver uma vida inteira enganado. Por este motivo o sábio nos ensina que é melhor a paciência que o orgulho; melhor um coração sem ira, que um coração adoecido pelo ódio. No fim das contas, o que Deus quer nos ensinar é que uma vida de lamento pela bonança do passado não resolve as nossas tempestades do presente, e que devemos e podemos ter uma perspectiva positiva da vida, porque servimos a um Deus que tem pensamentos de vitória para nós (Jr. 29:11).
7.       Entender que a sabedoria é a nossa maior herança (Ec. 7:11-12).
Não adianta termos muitas bênçãos se não sabemos o que fazer com o que temos. Não adianta termos muito dinheiro, se não podemos usá-lo como bênção para nós e para outros. Quando temos sabedoria, fazemos do pouco, muito, e das pequenas oportunidades, o começo de um grande sucesso. A sabedoria, como diz a Bíblia, conserva nossa vida em todos os aspectos. É uma das grandes heranças que herdamos da comunhão com Deus, e está disponível gratuitamente, sempre que quisermos (Tg. 1:5).
8.       Aceitar a soberania de Deus, tanto nos momentos bons quanto nos momentos difíceis, crendo que Ele fará sempre o melhor para nós (Ec. 7:13-14).
Mais do que confiar nas promessas de Deus, precisamos confiar no seu caráter, porque é ele quem nos dá a garantia de que cada uma das promessas serão cumpridas. É o caráter de Deus que também nos ensina que nos momentos bons temos a sua bênção, e nos maus o seu auxílio e amor incondicional. Quando somos abençoados por Deus, colhemos o que plantamos em oração ou recebemos graciosamente o favor do nosso Deus todo bondoso. Quando passamos por dificuldades, aí temos a oportunidade perfeita para conhecê-lo melhor, para experimentar o quanto o seu amor pode ser transformador e terapêutico, e para experimentarmos os seus milagres e nos tornarmos testemunhas vivas do seu poder infinito.
Em assim sendo, podemos compreender que Ser feliz, ou escrever uma história com um final feliz não é fácil, mas Deus nos dá as ferramentas e o melhor caminho para isso. Crescer é difícil. Doe, mas só crescendo conseguiremos realizar o nosso maior sonho: ser feliz. Tudo o que precisamos entender é que para realizarmos este sonho, não podemos prescindir de uma vida de responsabilidade e comunhão com Deus.

segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015

ÀS VEZES O QUE SE QUEBROU NOS FAZ MAIS FELIZ DO QUE QUANDO CONSERTADO LIÇÃO APRENDIDA COM SIMBA


“O fim das coisas é melhor que o seu início, e o paciente é melhor que o orgulhoso.” (Ec. 7:8)
Amados, hoje estou com o coração cheio de alegria por um motivo aparentemente estranho. É que o Senhor me fez refletir numa verdade preciosíssima da forma mais simples e impressionante que pude imaginar. E mais uma vez, vejo Simba sendo usado por Ele como uma grande bênção.
É que no dia das crianças, ele ganhou um presente que ele mesmo escolheu de mim, um altere de borracha, com uns fiozinhos comestíveis no meio. Este é o brinquedo preferido dele até hoje, e ele sempre brincou com ele sem nunca quebrá-lo, até então.
Mas um belo dia, ele resolveu que queria tirar uma das bolinhas da extremidade do brinquedo, e conseguiu! Agora temos um altere sem uma das bolas. E o mais impressionante, é que de alguma forma que não sei, ele entende que todo brinquedo quebrado, que oferece risco se ele continuar usando, é jogado fora. Então, geralmente, quando ele quebra um, costuma escondê-lo até que a gente pega, ainda tenta ficar um pouco mais, mas logo entende que terá que dar adeus ao brinquedinho.
Com este, porém, foi diferente. Ele simplesmente começou a ver aquela bolinha partida como um novo brinquedo, muito mais encantador, muito mais interessante. Brincou tanto, tanto, tanto, como há muito não o via brincar, especialmente depois do tempo em que ficou doentinho. Em resumo, às vezes acho que o brinquedinho está lhe fazendo mais feliz, do que quando era um altere normal.
Muitas vezes, a nossa vida também tem coisas preciosas, que amamos muito e por isso zelamos por elas, ou não. Talvez nem reconheçamos que amamos e não damos o devido valor, mas mesmo assim, elas continuam intactas. Até que um dia elas quebram, por algum motivo quebram, e neste momento temos três escolhas: Podemos simplesmente descartá-las como algo sem importância, podemos agir como se não precisássemos nos desfazer do que se quebrou, ou podemos reescrever a nossa história com o que se quebrou, e ver o fragmento com uma oportunidade para recomeçar.
É bem verdade que Simba não vai ficar por muito tempo com esta bolinha que se partiu, mas ele decidiu ser feliz com ela até o último momento. No caso do altere, vou comprar outro igual para pôr no lugar deste, mas as pessoas, embora parecidas, não são substituíveis; deixam marcas únicas em nós.
Que possamos aprender com o Senhor a sermos mais felizes com o fim que com o começo, crendo sempre que Ele é e sempre será a provisão da nossa alegria. E que possamos aprender com Ele a termos a alegria de ver uma oportunidade de recomeço e de felicidade em cada expectativa, sonho ou projeto que se frustra, que se quebra.
Que o Senhor continue nos abençoando!